sexta-feira, 27 de julho de 2007

LIGA DOS MC'S 2007 Prepare-se! Á partir de agosto os melhores MC’s do Brasil vão se enfrentar em uma batalha jamais vista. É a Liga dos MC’s, que após quatro edições no Rio de Janeiro (2003/2004/2005/2006) chega aos 5 cantos do país com a missão de eleger o melhor MC do Brasil. De agosto a outubro, 5 cidades do país vão sediar batalhas eliminatórias da Liga dos MC’s 2007: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e São Paulo. Os vencedores regionais disputarão em dezembro a final no Rio de Janeiro. Em cada cidade um curador reconhecido da cena Hip Hop – será responsável por reunir 16 Mc’s locais para uma batalha inspirada no projeto “Batalha do real ”, em que MC’s duelam até o limite. Rio de Janeiro - 01/08 - Curador: Slow Teatro Odisséia BH - 18/08 - Curador: Dj Francis Lapa Multishow Recife - 22/09 - Curador: Zé Brown Moriztard POA - 27/09 - Curador: Nitro Di Opinião SP - 17/10 - Curador: Max B.O. Studio SP Preço Nacional: R$10!!! www.redbull.com.br/ligadosmcs

Berço do hip hop pode virar monumento histórico em Nova York Prédio em que o DJ Kool Herc fundou o gênero deve ser tombado. Foi no local que os primeiros "scratches" foram tocados. Prédio em que Kool Herc fundou o hip hop (foto: AP) O prédio onde o hip hop nasceu no bairro do Bronx, em Nova York, em 1973 cumpre com os requisitos para ser declarado monumento histórico, segundo o estado de Nova York, o que poderá preservar o lugar da especulação imobiliária, anunciaram as autoridades de Estado na presença de cantores e políticos. O fundador do gênero musical, Kool Herc, afirmou ao site AllHipHop.com que "o número 1520 da avenida Sedgwick é a Belém da cultura hip-hop". Em 1973, nesse local, Kool Herc utilizou discos de música funk ou soul e, recorrendo à técnica do "scratching", consistente em mexer com a mão o disco de vinil no toca-disco, contribuiu para o lançamento do novo gênero. Com outros bairros populares de Nova York, o Bronx, povoado majoritariamente por negros e latinos, perdeu nos últimos anos muitos habitantes de baixos recursos por causa da especulação imobiliária.

São Paulo recebe Segunda Mostra de Filmes Hip Hop Mostra começa no dia 3/8 e exibe 13 títulos no Cinesesc. Festa de abertura tem Pete Rock e a de encerramento KL Jay e convidados 25.07.07 12:05 Pete Rock São Paulo recebe Segunda Mostra de Filmes Hip Hop Rap, DJ, grafite, break e... cinema? O hip hop toma de assalto o Cinesesc, dos dias 3 a 9 de agosto, quando acontece a Segunda Mostra de Filmes Hip Hop de São Paulo, com uma vasta grade de documentários, ficção e curtas. Com entrada gratuita, a mostra traz um panorama da cena com filmes gringos e brazucas que abrangem a velha e a nova escola do hip hop, com artistas do underground e do mainstream. Serão 13 títulos, distribuídos em 21 sessões. O Programa Nacional, parte dedicada apenas às produções brasileiras, é a grande novidade desta edição. A primeira aconteceu em 2005, também no Cinesesc, e contou com 12 filmes em cartaz. "Nesta segunda mostra, a preocupação na escolha dos filmes foi de apresentar os que tivessem apelo junto ao público do gênero, mas sempre com muito controle de qualidade, tanto em termos cinematográficos, quanto no conteúdo ideológico", explica o MC do grupo Mamelo Sound System e organizador da mostra, Rodrigo Brandão. Blackout, dirigido por Jerry Lamothe, é o único longa de ficção a ser exibido. Considerado "o novo Spike Lee" pela crítica internacional especializada, Lamothe já tem em seu currículo a direção de quatro filmes. Entretanto, foi com este último, Blackout, que ele conseguiu reconhecimento. "Outros dois destaques da mostra são os documentários Just For Kicks e Street Prophetz, que são dois filmes 'cross-culture'", ressalta Brandão. "Hoje em dia, as fronteiras do que é considerado hip hop ou não têm se alargado, prova disso são estes dois filmes", finaliza o MC. Outra novidade desta edição é que, além da festa de abertura que acontece dia 2/8, quinta-feira, a organização do festival preparou também uma festa de encerramento, esta para o dia 10/8, sexta-feira. Ambas serão na Choperia do Sesc Pompéia. O anfitrião convidado para despejar seu set na festa de abertura é o consagrado DJ e produtor nova-iorquino, Pete Rock. Monstro sagrado das batidas, Rock já remixou Public Enemy e revitalizou a carreira do Run DMC nos anos 90, além ter realizado famosos trabalhos em parceria com o rapper CL Smooth. Pra fechar a mostra, o grupo Rua de Baixo, pioneiro do estilo underground no país, esquenta o palco para KL Jay (dos Racionais MCs) e convidados como Parteum, Max B.O., e Kamau, entre outros, tocarem fogo no Sesc Pompéia. Este último show marca ainda o lançamento oficial do CD-mix Rotação 33 – Fita Mixada, de KL Jay e também do álbum Envelhecido 13 Anos, do Rua de Baixo. Serviço Segunda Mostra de Filmes Hip Hop de São Paulo Cinesesc de 03 a 09 de agosto Rua Augusta, 2075 Tel. 3082 0213 Sessões gratuitas Sesc Pompéia Choperia 21h Rua Clélia, 93 Tel: 3871 7700 Preços: de R$ 8,00 a R$ 20,00 02/08 Show de abertura com DJ Pete Rock 10/08 - Show de encerramento com DJ KL Jay & convidados + Rua De Baixo Grade de programação dos filmes no Cinesesc 03/08 ­ sexta-feira 17h ­Biggie Smalls: Bigger than Life 19h ­Black and Blue: Legends of the Hip Hop Cop 21h Blackout + Jerry Lamothe (diretor) 04/08 ­ sábado 17h ­Beat Kings 19h ­WU: The Story of the Wu Tang Clan 21h ­Just For Kicks 05/08 ­ domingo 17h Programa Nacional: Nova Escola 19h­ Street Prophetz 21h­ Rock Fresh 06/08 ­ segunda feira 17h Blackout 19h WU: The Story of the Wu Tang Clan 21h Programa Nacional: Velha Guarda 07/08 ­ terça-feira 17h Black and Blue: Legends of the Hip Hop Cop 19h Just For Kicks 21h Biggie Smalls: Bigger than Life 08/08 ­ quarta-feira 17h Programa Nacional: Nova Escola 19h Street Prophetz 21h Beat Kings 09/09 ­ quinta-feira 17h Rock Fresh 19h Programa Nacional: Velha Guarda 21h Just For Kicks Sinopses dos filmes: BLACKOUT Diretor: Jerry Lamothe Com Jeffrey Wright, Melvin Van Peebles, Zoe Zaldana. 95 minutos No verão de 2003, os EUA viveram o maior blecaute da sua história, reportado em geral como "pacífico". Mas numa parte esquecida do Brooklyn, o bicho pega quando a luz se apaga. Essa é a história do lado B desse apagão. Destaque para a presença de atores como Jeffrey Wright (de Syriana, Ali e Shaft) e Melvin Van Peebles, o mestre do cinema "blaxploitation". STREET PROPHETZ Diretores: Martelli Brothers Com Questlove, Hieroglyphics, Planet Asia, entre outros. 67 minutos A partir do conceito de cultura de rua, esse filme explora a ligação entre diferentes expressões como skate, rap e grafite. Mas ao invés de acadêmicos teóricos, Street Prophetz dá voz a quem de fato faz parte de cada uma dessas atividades: grafiteiros lendários (como Doze Green, Zephyr e Mear One), MCs (Little Brother, Afu-Ra e Bahamadia), DJs (Roc Raida, Green Lantern e Rob Swift), e skatistas (Zoo York Crew, Harold Hunter e Brandon Turner). JUST FOR KICKS Diretores: Thibaut De Longeville & Lisa Leone Estrelando: Run, Grandmaster Caz, Raekwon, entre outros. 80 minutos Esse é o primeiro filme a investigar a obsessão que a cultura hip hop tem, desde sempre, com tênis. Artistas de rap, atletas, empresários e colecionadores filosofam sobre as razões por trás do fenômeno que fez o calçado atlético ultrapassar as arenas, pra se tornar um dos mais importantes acessórios da humanidade em geral nas últimas três décadas. BEAT KINGS Diretor: Ray Stewart Estrelando: DJ Premier, Pete Rock, Prince Paul, entre outros. 90 minutos WU: THE STORY OF THE WU TANG CLAN Diretor: Gerald Barclay Estrelando: RZA, GZA, Ghostface Killah, entre outros. 90 minutos BLACK AND BLUE: LEGENDS OF THE HIP HOP COP Diretor: Peter Spirer Estrelando: 50 Cent, The Game, Ice T, entre outros. 90 minutos BIGGIE SMALLS: BIGGER THAN LIFE Diretor: Peter Spirer Estrelando: Method Man, Common, Easy Mo Bee, entre outros. 90 minutos HIP HOP: BEYOND BEATS & RHYMES Diretor: Byron Hurt Estrelando: Busta Rhymes, Talib Kweli, Chuck D, entre outros. 80 minutos ROCK FRESH Director: Danny Lee Estrelando: Kofie, Axis, Clae, entre outros. 81 minutos HIP HOP SP Diretor: Francisco César Filho Estrelando: Thaíde & Dj Hum, Backspin Crew, Região Abissal 11 minutos ROTAÇÃO 33 – FITA MIXADA Diretor: 13 Produções Estrelando: KL Jay, Kamau, Max B.O., entre outros. 60 minutos. FARPAS, PREGOS, NUVENS, ORAÇÕES Diretor: Cássio Bossert Estrelando: Parteum, Secreto e Suissac. 50 minutos. Juliana Nadin Veja Mais » KL Jay » Beastie Boys - Licensed To Ill » De La Soul - 3 Feet High and Rising Info » www.blackfilm.com/ » www.myspace.com/petestrumentals

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Filha do Rei 1-) Em termos de produção musical e letra. Qual a diferença em relação a esse álbum solo e os outros do Visão de Rua? R: Nos discos anteriores, eu escolhi base por base e fiz as letras de acordo com cada uma delas. Já no disco novo, 8 faixas são arranjos inéditos, criados para cada composição. Em termos de letra, cada disco representa uma fase da minha vida. Sendo um momento bom ou ruim, tudo é música, poesia, minha dor, minha alegria! 2-) Como foi para você encarar esse projeto solo? R: Esse disco foi bancado por mim desde o início. Eu acreditei e investi como sendo meu próprio negócio. Escrevi todas as letras, criei arranjos e participei das produções; e pela primeira vez... venho como cantora e Mc. Os outros discos, eu tive que pagar para os “Backing Vocals”, já nesse novo trabalho: é tudo no meu nome. 3-) Como você avalia o cenário do rap nacional desde o início da sua caminhada até agora? R: Há 12 anos atrás, eu tinha esperança e continuo tendo. O Rap é o maior veículo de comunicação da periferia. Muitos acabam desistindo no meio do caminho, deixam de falar da sua própria realidade, começam a vender ilusão. Mesmo sem a mídia nós somos fortes. E tudo que é de verdade prevalece. O Rap é fraco pra quem é fraco. Eu não tinha R$1 Real no bolso... e fiz um disco. Eu nunca tive a estrutura que eu gostaria de ter, mas nem por isso eu deixei de acreditar, por que eu sei quem eu sou... e onde eu posso chegar. 4-) Você ainda enfrenta preconceito por ser mulher? R: Não. Eu nunca tive problema por ser mulher, ao contrário, o incentivo é maior... já que são poucas que representam no Rap Feminino. 5-) Esse álbum traz alguma participação especial? R: O disco tem vários interlúdios. São depoimentos de pessoas do próprio movimento que acompanham minha carreira desde o início. 6-) Quem fez a produção do disco? R: 6 faixas do disco foram produzidas pelo “Intenção Rua D” (Denis Salgado, Victor Salgado, André Muniz); 2 faixas pelo KL Jay; 2 pelo DJ Raffa; 3 faixas foram produzidas pelo Ariel e Adriano (CH). 7-) O que o público pode esperar desse novo trabalho? Quantas faixas são? R: O disco tem 13 faixas. É o trabalho mais completo que eu já fiz, em todos os sentidos. As letras são um reflexo da minha própria personalidade, da minha crença, da minha fé, da minha conduta, dos meus objetivos. “As coisas mudam”, e as pessoas também... e no meu caso foi pra melhor. Estou no meu melhor momento. Me sinto feliz por ter realizado esse trabalho... mesmo com tantas dificuldades. Agora é só alegria. 8-) Você pretende gravar vídeo clipe de alguma faixa? R: O próximo passo é o Vídeo-Clipe da música “Tudo de Mim”, que provavelmente será dirigido por Maurício Eça. 9-) Quais são os projetos futuros? Pretende fazer algum DVD? R: Divulgar o disco e retomar meus shows. E possivelmente, gravar um DVD ao vivo. 10-) Na música título do disco “A Filha do Rei” você fala em esperança e coragem para continuar. Em algum momento você pensou em desistir da sua carreira? Porque? R: Não. Tem uma frase do Brown que eu me identifico muito: “É muito fácil fugir, mas eu não vou. Não vou trair quem eu fui, quem eu sou!” 11-) Qual a mensagem que você deixa para quem ta começando, principalmente as minas, no rap? R: Aí, vou deixar um trecho de uma música do disco novo: “Guerreira de Fé”. “Mesmo chorando, por dentro sorrindo Cambaleando, mas vindo Cada centavo, investindo Cada segundo, agindo Matando um leão por dia Lutando por melhoria Compondo uma filosofia Buscando uma ideologia Eu sou guerreira de fé, o tempo não pode apagar... e quem viver verá.” Dina Di – 2007. www.dinadi.com.br

Hoje será apresentado um Especial sobre Rap(26/07) no Programa "Então tá, vamos falar de música" da MTV, um especial sobre Rap com a participação de Marcelo D2, Z´África Brasil, MV Bill, B.Negão e DJ Hum.Além de entrevistas e depoimentos, o programa exibirá alguns vídeo,programa será às 00h30, com reprise segunda-feira às 14h30. Por: Bocada Forte

Quinta-feira - 26/07/2007 Mãe De Tupac Shakur Tenta Impedir Venda De Gravações Inéditas Do Rapper A mãe de Tupac Shakur tenta impedir a antiga gravadora do rapper, a Death Row Records Inc. de vender as últimas gravações inéditas de Shakur como parte de um processo de falência da gravadora.Afeni Shakur entrou com uma liminar na corte de falências na sexta-feira (20) alegando que a Death Row tentava vender material que pertencia ao espólio do rapper. As faixas não lançadas pertencem ao espólio de Shakur como parte de um acordo feito em 1997, disse o advogado Donald N. David. "Foi revelado que o material inédito de Shakur estava sendo divulgado para potenciais compradores como a jóia da coroa do patrimônio da Death Row", disse David sobre o processo de falência da empresa. Afeni e a companhia que ela fundou, a Amur Entertainment, entraram com uma liminar ante o silêncio da gravadora ao ser perguntada se as canções de Shakur estariam na lista de bens a serem vendidos, segundo o advogado. A corte tem o prazo de um mês para decidir se aceita o pedido de suspensão da venda das faixas. Nos anos 90, a gravadora Death Row foi a casa de rappers como Snoop Dogg, Dr. Dre, e Shakur. Fonte: Internet Mãe de Shakur tenta impedir venda de inéditos do rapper por gravadora Morte Em 1996, a bem-sucedida carreira de Tupac Shakur foi interrompida quando ele foi baleado e morto no assento do passageiro do carro do proprietário da gravadora, Marion "Suge" Knight. O tiroteio aconteceu depois que a dupla se envolveu em uma briga em um hotel de Las Vegas. Knight teve de enfrentar um tempo na prisão após o incidente. Após a morte de Shakur, a família do rapper começou uma disputa na Justiça alegando que a gravadora havia enganado o rapper. Knight pediu falência pessoal e para a companhia em abril de 2006. Ele alegou débitos de mais de US$ 100 milhões (R$ 185 milhões). Na época, Knight estimou seus bens pessoais na faixa de zero a US$ 50 mil (cerca de R$ 90 mil). No mês passado, o empresário colocou sua casa de sete quartos à venda por US$ 6,2 milhões (cerca de R$ 11,5 milhões).

‘Estamos gritando liberdade há seis anos. O que vamos começar a dizer agora é Poder Negro’! Stokely Carmichael. É impossível falar de Movimento Black Power, Movimento Black Rio e posteriormente Movimento Hip-hop, sem antes atribuir toda essa luta a pessoa de ‘Stokely Carmichael’... Ativista dos Movimentos dos Direitos Civis (causa iniciada pela atitude corajosa da ‘Sra Rosa Parks’, uma costureira negra, habitante da cidade de Montgomery, Texas, que, em 1 de dezembro de 1955, ao voltar para casa após um dia de trabalho, exausta, sentou-se nos bancos da frente do ônibus – local proibido aos negros pelas leis segregacionistas do estado –, foi intimada a dar seu lugar a um passageiro branco e sentar-se ao fundo. Presa, julgada e condenada por recusar-se a tal procedimento, a Sra Parks tornou-se uma das referências mais fortes da resistência afro-americana da época, sendo gentilmente batizada de a ‘Mãe dos Direitos Civis’. É importante ressaltar que sua reação incentivou ainda mais a militância de homens como Pr. Martin Luther King Jr.), nos EUA, durante as décadas de 60 e 70. Nasceu em ‘Trinidad e Tobago’ em 29 de junho de 1941 e mudou-se com a família ainda criança para o bairro do Bronx (NYC), onde passou a ter contato com a realidade do cotidiano e dos Direitos do Negro durante a escola secundária. Destacou-se na vida política e social do país como líder do ‘SNCC’ (Student Nonviolent Coordinating Committee), movimento estudantil que pregava a Não-Violência na Luta Contra o Racismo e Pelos Direitos Iguais, e mais tarde como ‘Primeiro-Ministro Honorário’ do Partido Político conhecido como ‘Panteras Negras’ (Partido Negro Revolucionário, fundado em 1966 em Oakland – Califórnia, por Huey Newton e Bobby Seale, originalmente chamado Partido Pantera Negra para Autodefesa. Os Panteras tinha como finalidade inicial patrulhar os guetos negros para proteger seus habitantes dos atos brutais da Policia...). Influenciado pela mesma linha ideológica de Martin Luther King – a Não Violência –, lutou vorazmente como autêntico integralista na causa dos Direitos Civis visando a igualdade de oportunidades para negros perante as leis norte-americanas e a integração social entre brancos e negros no país. Tempos depois, se transformaria numa espécie de Adido Diplomático ingressando em movimentos nacionalistas negros e Pan-Africanistas (visão que propõe a união do Continente Africano como forma de potencializar a voz do seu Povo no contexto internacional. Relativamente popular entre as elites africanas ao longo das lutas pela independência da segunda metade do século XX. É em parte também responsável pelo surgimento da Organização de Unidade Africana. O Pan-Africanismo tem sido mais defendido fora de África, entre os descendentes dos escravos africanos, levados para as Américas até o século XIX e os emigrantes mais recentes). Em 1967 deixou a direção do SNCC e se tornou um grande crítico da ‘Guerra do Vietnã’ (devido as inúmeras contradições trazidas pelo Sistema Americano em relação a interesses com base nos lucros da indústria bélica e o extermínio maciço de homens negros e latinos, alistados para a morte), período em que fez várias viagens e palestras pelo mundo, aprimorando seus conhecimentos e visitando países opositores aos EUA como a China, Cuba, Vietnã do Norte e Guiné. No entanto, em 1969, aparentemente por divergências ideológicas, começou a se distanciar dos Panteras Negras... Assim, Carmichael e sua esposa, a cantora sul-africana Miriam Makeba, se mudaram para a Guiné, onde algum tempo depois, se tornou Assessor do Presidente Ahmed Sékou Touré. Durante os anos 70 continuou suas viagens, escrevendo e discursando em apoio a movimentos mundiais de esquerda. Dentre os livros que escreveu, publicou ‘Stokely Speaks: Black Power Back to Pan-Africanism’, onde expôs com transparência a Visão Socialista do mundo que o acompanharia pelo resto de sua vida. Estabeleceu-se definitivamente na Guiné, em 1978, aonde resolveu trocar seu nome de registro (Stokely) para ‘Kwame Ture’, em homenagem aos líderes africanos ‘Nkrumah’ e ‘Touré’. Morreu de câncer de próstata em 15 de novembro de 1998, aos 57 anos de idade. Stokely Carmichael será eternamente lembrado pela criação da expressão ‘Black Power’, que passou a caracterizar, a partir da década de 70, a luta em prol da Consciência Negra Americana e mundial, representada visualmente pelo de penteado dos cabelos volumosos, como ato de afirmação racial... Power to Black People! TR.

Bulldog Fantazma aka Elemento Surpresa Bulldog Fantazma - Livro de Aparições Mais um trampo louco desse maluco que conheci há algum tempo e admiro pra CARALHO a atitude e os trampos do mano, Bulldog Fantazma aka Elemento Surpresa (rsrs), desde os primeiros trampos do mano fui me identificando com as idéias, a levada louca, as rimas insanas, só conhecendo pra ver qual é do bagui, e quem me conhece tá ligado que não curto porcaria... Vai vendo um pouco mais sobre o MuthaFucka... "Fantazma q desde os meados de 95 ja passava pro papel tudo aquilo q o perturbava e o deixava revoltado com esse mundo, acaba de lançar o Livro de Aparições, se trata de uma compilação, quem gosta do trabalho do rapper ja deve ter visto muitas das musicas em mixtapes, em sites e em outras compilações, então pra q não fikasse tudo espalhado ele resolveu juntar todas suas participações ou pelo menos uma parte delas nessa compilação q mostra sua evolução tanto em produção quanto em técnicas vocais e loukuras da cabeça. Fantazma ja participou em músicas de rappers de sua quebrada, de outros estados e de fora do país também, portanto, vale a pena conferir essa obra que contém músicas pra agradar a todos os ouvidos, estilos diferentes e contundentes." Observação: Fantazma faz parte da familia V2F Máfia, do selo Da Neurose e agora tem projetos paralelos com o selo IDO, o design da capa como sempre fikou por conta do VHC [V2F Mafia], muitas das produções e efeitos por conta de Cuco [VdA], o novo album de Bulldog esta sendo trabalhado portanto aguardem. Texto e Fonte: Slupmi

quarta-feira, 25 de julho de 2007

jacksom

Lançamento Jackson Quarta-feira passada (04.07) Marcelo D2, deu um show surpresa cantando remixes e chamando convidados ao palco no lançamento do clipe do parceiro gaúcho Jacksom na festa Zoeira no Club Inferno. Além do ótimo show do Jacksom com músicas do disco " Do Carvão ao Diamante" que sairá no próximo mês, vários convidados como Pixot do grupo Utime (selo Cosanostra dos Racionais MCs), Fernandinho Beatbox (MD2), Venom (MD2) e os mcs do Primeira Função e outros subiram ao palco. Foi histórico, MD2 que também é um dos diretores do Clip e produtor executivo do disco, comandou a festa como mestre de cerimônias, arrancando aplausos de um público super empolgado. A casa lotou E nas picapes os djs Tahira (EBS Podcast) com seu set moderno e vintage de eletronic black session e DJ Will (MD2) hip hop contemporâneo, remixes e sua habilidade técnica em manipular os discos, agitaram a pista. A festa contou também com intervenção artística com obras dos artistas Jeffe RG (bonecos e esculturas) e Pifo (telas) e projeção de imagens do coletivo Artmidiacomp ( youtube_artimidiacomp). A Zoeira é uma clássica festa de hip hop e cultura urbana Carioca criada por Elza Cohen, e agora radicada em São Paulo com edições mensais e patrocinada pela Nike, sempre promovendo lançamentos e interagirando o hip hop com suas influencias, vertentes e arte urbana. Resenha: EC. Fotos: Marcel Nascimento

hiphop na chaminé

O evento de Hip-Hop que desde 2004 vem se fortalecendo na cena gaúcha está de volta !!! Comissão Hip Hop na Chaminé Matéria Por: Seguidor.F É o Hip-Hop na Chaminé!! No início chamava-se Rap na Usina, um projeto aprovado pela Secretaria de Cultura de POA, juntamente com a Descentralização, o Rapper Mário Pezão, foi o representante do Hip-Hop, responsável pela organização do evento por dois anos seguidos e em 2006, o projeto passou a chamar-se Hip-Hop na Chaminé, sendo realizado pela organização Militantes da Sul. Em Abril de 2007 foi criada a comissão do Hip-Hop, com a união de três representações organizadas, Alvo Associação Cultural, Site Hip Hop do Sul e Militantes da Sul. O evento acontece todas as ultimas sextas-feiras de cada mês, reunindo cerca de 100 manos e minas em um dos principais pontos turísticos de Porto Alegre a Usina do Gasômetro, por isso o nome(Hip-Hop na Chaminé). A proposta do evento é divulgar a cultura Hip-Hop na cidade e passar tudo sobre os quatro elementos: MC, Break, Dj, Graffiti. Além de muita diversão é importante lembrar que o Hip-Hop vêm crescendo, ocupando um espaço super-importante nas periferias como uma cultura da periferia, por onde se transmite informação, entretenimento e cidadania. A função da comissão é organizar, divulgar e fazer com que grupos mais antigos, tenham uma maior projeção no cenário do Hip-Hop, e principalmente abrir espaços para grupos novos. O contato para falar com a Comissão e também, para grupos que queiram mandar material (CD e Release) é : Fone: 81669513 com Alemão Guará.

sábado, 21 de julho de 2007

Estudo comprova que ser humano é originário apenas da África LONDRES - Uma nova análise de mais de 4.500 crânios procedentes de todo o mundo, combinada com estudos sobre as variações genéticas nos humanos, comprova a teoria de que o ser humano se originou apenas na África. Os resultados do relatório, publicado nesta quarta-feira na revista científica britânica "Nature", mostram que a diversidade genética diminui à medida que a população se afasta da África. A observação coincide com a teoria de que a população mundial descende de um número reduzido de "Homo sapiens" surgido e emigrado da África. Além disso, ao estudar os crânios de mais de 105 populações diferentes, os cientistas descobriram que os atributos físicos não só variavam mais entre os mesmos exemplares do sudeste da África, mas as diferenças diminuíam quanto mais afastada do continente africano era a área de onde provinham. As origens e a dispersão dos primeiros humanos anatomicamente modernos geraram um debate entre os que atribuem a origem a uma região da África Subsaaariana e os que sustentam que diferentes populações evoluíram independentemente desde o "Homo erectus" até o "Homo sapiens" em diversas áreas do planeta. O primeiro dos cenários, apoiado em análises genéticas, constata uma expansão dos humanos em direção ao Oriente Médio, Europa, Ásia, Oceania e América a partir de um número reduzido de migrantes, o que teria levado a uma perda da diversidade genética à medida que aumentava a distância do continente africano. Liderados por Andrea Manica, do departamento de Zoologia da Universidade de Cambridge, os pesquisadores alegam que o estudo demonstra "definitivamente" que os atuais humanos se originaram em uma única região da África. Para assegurar a validade das conclusões, a equipe de cientistas britânicos tentou utilizar dados para encontrar origens dos primeiros humanos modernos fora da África, experimento que terminou sem resultados. FONTE: O Globo Online O que diriam os Arianos e racistas de plantão por ái?

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